1. Friedensdorf International - Aldeia da Paz Internacional - Kimbo Liomembwa A Friedensdorf International efetuou a sua 56ª Operação de ajuda humanitária
  2. Mauerfall und Einheit Queda do Muro e a reunificação alemã
  3. Frederick Taylor A segunda chance da Europa
Friedensdorf International - Aldeia da Paz Internacional - Kimbo Liomembwa

A Friedensdorf International efetuou a sua 56ª Operação de ajuda humanitária

Em novembro de 2014 a Friedensdorf International efectuoua sua 56ª operação de ajuda humanitária em Angola. Esta organização, situada em Oberhausen e Dinslaken na Alemanha, recolhe crianças angolanas feridas e doentes para receberem tratamento médico na Alemanha e em contrapartida, devolver às suas famílias em Angola, crianças já restabelecidas.

Mauerfall und Einheit

Queda do Muro e a reunificação alemã

O dia 9 de novembro de 1989, quando caiu o muro de Berlim, foi o auge de um processo semelhante à uma revolução. Os cidadãos da RDA desempenharam o papel principal. Uns por tentarem por todos os meios deixar um Estado que lhes negava a liberdade de viajar e forçarem a saída ocupando embaixadas no exterior. Outros por proclamar seu desejo de permanecer na RDA. Mas para isso exigiam reformas básicas que o regime não podia permitir sem iniciar sua derrocada. Sob esse ataque duplo, a RDA desabou em poucos meses como um castelo de cartas, apesar das enormes medidas de segurança. Isso aplainou o caminho para o fim da divisão e a reunificação da Alemanha, em 3 de outubro de 1990. No início de 1989, ninguém na Alemanha, tanto no Oeste como no Leste, contava com o fato de que a comemoração dos 40 anos de fundação da RDA, no outono vindouro, viesse a ser a última. Nem que o muro de Berlim fosse desaparecer em breve e que a Alemanha dividida em dois Estados fosse se (re-) unificar. Ninguém imaginava que em consequência disso, fossem se dissolver no final as constelações políticas mundiais que marcaram a politica na Europa do pós-guerra por mais de quatro décadas. Mas então aconteceu exatamente o contrário. De repente, a História que durante séculos caminhava a passos lentos na Europa, começou a trotar para finalmente disparar num galope furioso. O andamento do processo tirou o fôlego até mesmo de quem apenas observava, sem se envolver diretamente na sequência dos acontecimentos. Dez meses somente após a queda do muro, o Tratado 2 + 4, assinado em 12 de setembro de 1990, abriu o caminho para a reunificação da Alemanha. Por pouco tempo a unidade alemã, que foi estabelecida constitucionalmente (em termos do direito público no nível legislativo do Estado) com a adesão dos cinco novos Estados “ao território de vigência da Lei Fundamental da República Federal da Alemanha”, transformou-se num imenso êxtase coletivo movido pela certeza de poder enfrentar os desafios do processo da reunificação. Mas em seguida vieram “as agruras da planície” (Bertolt Brecht). As dificuldades que muitos alemães tinham com a unidade recém-adquirida foram também uma consequência de ela ter vindo quando quase ninguém esperava e numa velocidade a que já não se estava acostumado. O desafio da “Construção do Leste” Após a derrocada da RDA, constatou-se que a produtividade média do país correspondia a um terço da produtividade da República Federal, de forma que a agência fiduciária de direito público Treuhandanstalt, encarregada da privatização das empresas estatais, apresentou no final um déficit de 230 bilhões de marcos em lugar dos esperados 600 bilhões de marcos de lucro (300 bilhões de euros). A esperança de financiar os investimentos necessários para a infra-estrutura dos novos Estados com a soma arrecadada com a privatização da chamada “propriedade do povo” foi uma ilusão. Os custos da unidade alemã cresceram de maneira muito mais dinâmica que a prevista nas avaliações mais pessimistas. A população no Leste teve que assumir o peso social da unidade, enquanto que a população no Oeste teve que arcar com a maior parte dos gastos financeiros. Seguiu-se então ao ano milagroso 1989/1990 um processo de convergência mais moderado a longo prazo. Em meio a isso, os sucessos que aos poucos se tornavam visíveis na “Construção do Leste” nem sempre foram percebidos adequadamente. Dos resultados mais espetaculares da “Construção do Leste” faz parte o saneamento dos bairros residenciais em centros urbanos como Dresden, Leipzig, Chemnitz e Halle, que na época da RDA sofreram uma degradação contínua. Outros exemplos são a estrutura das telecomunicações nos novos Estados, que está entre as mais modernas da Europa, a construção de uma paisagem universitária competitiva e a posição de liderança mundial das novas empresas de tecnologia solar e ambiental que foram implantadas. Foram também empreendidos imensos esforços no setor da infra-estrutura, da proteção à natureza e ao meio ambiente, do desenvolvimento do turismo e da conservação de bens culturais. Em contraposição está o movimento migratório, certamente mais fraco em comparação aos primeiros anos da unidade, especialmente de jovens do Leste para o Oeste e, em consequência, a  <//span>diminuição e o envelhecimento da população nos novos Estados. Enquanto há uma emigração do Leste, da parte ocidental são feitas transferências financeiras que até 2009 alcançaram um total avaliado em 1,6 trilhão de euros líquidos (excluídas as transferências do Leste). Os esforços empreendidos na “Construção do Leste” são um exemplo de solidariedade nacional quase inesperada numa atmosfera politica marcada pelos discursos pós-nacionalistas. Apesar de todos os progressos, a equiparação das condições de vida no Leste e no Oeste continuará sendo um tema prioritário para a conclusão da unificação interna. O Relatório anual do governo federal sobre a situação da unidade alemã apresenta um resumo desse desenvolvimento. Berlim como centro político Berlim ficou definida como capital já no Tratado de Unificação. Em 20 de junho de 1991, o Parlamento Alemão decidiu transferir também a sede do governo e do Parlamento de Bonn – capital da República Federal da Alemanha desde 1949 – para Berlim. Desde a mudança, em 1999, a Alemanha ganhou novamente com Berlim um centro político palpitante comparável com as metrópoles dos grandes vizinhos europeus. Símbolos disso são o novo prédio do Reichstag, a Chancelaria Federal e o Portão de Brandemburgo, que aberto representa a superação da divisão da Alemanha. Temeu-se durante algum tempo que a mudança do governo para Berlim pudesse se transformar na expressão de uma nova “megalomania” alemã, na qual o peso político e econômico do país viesse a colocar em risco as relações dentro da Europa. Esses temores revelaram-se improcedentes. A unidade alemã tornou-se antes o impulso inicial para que divisão européia entre Leste e Oeste fosse superada. Nesse sentido a Alemanha teve realmente um papel precursor na integração politica e econômica do continente. Para isso abdicou de um dos mais importantes instrumentos e símbolos do processo de reunificação, o marco alemão, para ingressar num espaço monetário europeu, a chamada zona do euro, que não existiria sem a participação alemã. E os diversos governos, desde 1990, apesar de estarem fortemente absortos no processo da reunificação, nunca perderam de vista a integração européia. Pelo contrário, contribuíram fortemente para sua evolução que desembocou no Processo de Lisboa. No decorrer dos anos 1990, transformou-se também o papel da Alemanha na poltica mundial. A participação de soldados alemães em missões e operações internacionais de manutenção de paz demonstram o crescimento desta responsabilidade. Nas debates sobre a politica interna, no entanto, essas operações internacionais são discutidas de maneira parcialmente controversa. A esperança dos parceiros da OTAN de que a República Federal da Alemanha assuma uma parcela das tarefas comuns equivalente ao seu tamanho e ao seu peso político, mostra posteriormente que a Alemanha na época da divisão tinha um status político que deixou de existir com o final da ordem mundial bipolar. Desde que o risco de confrontação entre os soldados das Forças Armadas e do Exército Popular Nacional da RDA deixou de existir, a expectativa internacional em relação à Alemanha assumir a responsabilidade que lhe compete cresceu continuamente. Trabalhando o passado A questão do tratamento político a adotar, quando se trabalha o regime do SED na RDA entre 1949 e 1989/1990, faz parte de um dos capítulos mais difíceis da unidade alemã. Excetuando o fato de que no campo da cultura da lembrança e do processo de trabalhar o passado sempre se expressam as posições político-partidárias, as diferenças entre o Oeste e o Leste alemães ainda continuam existindo. Mas são travadas, principalmente, a posteriori e utilizando meios da politica da memória, as discussões que foram interrompidas com a transposição rápida da RDA destroçada para o processo da reunificação, no outono e inverno de 1989/1990. Mesmo que muitos dos envolvidos não vejam o fato desta maneira, as elites da RDA obtiveram dessa forma a proteção do sistema jurídico da Alemanha federal (e o amparo do Estado social), o que foi decisivo para que uma convulsão com características revolucionárias ocorresse em paz. Os alemães, que ao contrário de seus vizinhos franceses não podiam até então reclamar o direito de terem influído na história universal de forma revolucionária, com a revolução pacifica que fez parte dos grandes movimentos de libertação e cidadania do Centro e do Leste europeus, puderam fazer com ênfase seu registro na História da Revolução Européia, exatamente 200 anos depois dos franceses. Pode-se afirmar que esse foi um passo decisivo no “Caminho para o Oeste” (Heinrich August Winkler), com o qual a Alemanha reunificada abdicou de seu direito a um Sonderweg, um caminho especial. © www.deutschland.de

Frederick Taylor

A segunda chance da Europa

Sr. Taylor, o senhor se lembra o que estava fazendo no dia 9 de novembro de 1989, o dia da Queda do Muro de Berlim? É realmente curioso: só tomei conhecimento da Queda do Muro no dia 10 de novembro de 1989. Na noite de 9 de novembro, minha esposa e eu viajamos para Londres, onde um amigo nos pôs seu apartamento à disposição. Seu televisor não funcionava e, já que estávamos cansados da viagem, fomos direto para a cama. Só na manhã seguinte é que tomei conhecimento do que havia acontecido em Berlim. Eu me alegrei muito com isto, naturalmente, mas por outro lado fiquei decepcionado de ter perdido a sensação de acompanhar os fatos “ao vivo”. O Muro trouxe estabilidade para proveito de outros povos, segundo o senhor descreve em seu livro. O que significou a Queda do Muro para os acontecimentos mundiais nos anos seguintes? A estabilidade atendeu os interesses das potências vencedoras da Segunda Guerra Mundial. Foi diferente com os alemães e todas as nações que estavam sob o jugo do regime soviético. A Queda do Muro encerrou finalmente a guerra fria e possibilitou uma economia globalizada, como a conhecemos hoje. A situação política mundial tornou-se mais dinâmica – com todas as consequências positivas e negativas, que este dinamismo traz consigo. O senhor é britânico. Que transformações a Queda do Muro significou no dia a dia para o senhor e para outras pessoas fora da Alemanha? A Queda do Muro significou, por um lado, uma Europa nova, aberta. As pessoas no Ocidente conheceram novamente a Europa do Leste – e vice-versa. Por outro lado, com o fim da guerra fria, em que a solidariedade contra o comunismo fora um elemento de ligação entre os países ocidentais, renasceram velhas tendências nacionalistas, as quais permaneceram sem consequências, segundo nos parece hoje. Na Alemanha, isto não foi necessariamente o caso, antes em outros países, inclusive na minha pátria. Um erro grave, do qual devemos hoje aprender a lição. Os acontecimentos atuais na Ucrânia são um exemplo de que não parece ainda concluído o processo da aproximação política entre o Leste e o Oeste alemães e europeus. De acordo com a sua opinião, quais são as mais importantes viradas políticas mundiais e acontecimentos de aproximação, após 1989? A situação é realmente difícil. Uma vez mais, abriram-se abismos entre o Leste e o Ocidente. A reunificação alemã, a ampliação da União Europeia e a respectiva redução do poderio russo teriam feito uma aproximação, em princípio, possível. Mas a questão do poder da Rússia, como se pode ver atualmente, ainda não está esclarecida, enquanto Putin e seus aliados estiverem envolvidos. Caso haja tentativas de aproximação no futuro, o processo transcorrerá de forma muito mais tensa e hesitante do que esperávamos (e acreditávamos) em 1989. Eu receio que os grandes acontecimentos políticos mundiais desde 2000 – em especial, o aumento dos atos extremistas de violência religiosa – retardarão os processos de aproximação. Apesar disto, eles me parecem inevitáveis. Também no cenário cultural mundial, o Muro continua vivo. Numerosas obras foram dedicadas a ele já antes de 1989, como por exemplo o livro “O Espião Que Saiu do Frio”, do escritor John Le Carré ou o LP “Berlin” de Lou Reed, além de “The Wall”, de Pink Floyd. Que importância o senhor atribui a essa rememoração artística mundial? O Muro é um exemplo chocante e, ao mesmo tempo, fascinante de como uma cidade moderna, um país moderno constroem uma estrutura bárbara e extrema, que se torna então até mesmo normalidade. Esta é a razão pela qual o Muro surge tão frequentemente num contexto artístico. Eu creio que é importante continuar rememorando o Muro – principalmente com a ajuda da arte, da música e da literatura. Pois esta recordação é uma advertência contra as coisas terríveis, que nós, europeus, podemos impingir uns aos outros. A East Side Gallery, em Berlim, é um exemplo da grande fascinação que a divisão através do Muro exerce sobre as pessoas do mundo inteiro. Por que ela é um ponto de atração ainda hoje? Bem, ela marca a fronteira entre o Leste e o Ocidente. Ela é decorada com algumas imagens impressionantes e provocantes (das quais, nem todas são originais!). E ela é, em princípio, tudo o que restou do Muro – a menos que se saiba em que outras partes de Berlim e dos arredores o Muro esteve um dia. A East Side Gallery e o Portão de Brandemburgo são lugares simbólicos. E as pessoas necessitam de tais lugares. Que importância tem uma cultura mundial de recordação do dia 9 de novembro de 1989? Há 25 anos, quando o Muro caiu, a Europa foi redimida, de uma forma quase milagrosa, dos seus erros históricos (com isto, eu penso nas duas grandes e sangrentas guerras) e obteve uma segunda chance. Nós não fizemos desta chance, provavelmente, o que poderíamos ter feito. Mas o resultado não é exclusivamente negativo, e há esperança de um renascimento da Europa. O que significa agora o 25º aniversário? Nós devemos respirar fundo e empenhar-nos quanto a isto. Frederick Taylor O historiador britânico Frederick Taylor, nascido em 1947, estudou História Contemporânea, bem como Germanística, em Oxford e em Munique. Durante a década de 1970, ele viveu nas duas partes da Alemanha. Taylor se tornou conhecido internacionalmente através dos seus livros sobre o Muro de Berlim e o bombardeio de Dresden na Segunda Guerra Mundial. No seu livro recente, “Inflação”, ele mostra como a dramática desvalorização do dinheiro, entre 1914 e 1923, levou à derrocada da República de Weimar. Taylor vive na Cornualha com sua esposa, a escritora Alice Kavounas, e é membro da Royal Historical Society. © www.deutschland.de

União Electrónica 2014

Cartazes dos eventos da 5a Edição da União Electrónica 26-30 de Setembro de 2014

 Aqui queira encontrar os Cartazes dos eventos da 5a Edição da União Electrónica a decorrer entre 26-30 de Setembro de 2014 - venham e juntem-se a nós na celebração da cultura europeia e da música electrónica

Mödlareuth

Divida, mas não desunida

Dossiê do 25º aniversário da Queda do Muro. A 5ª parte trata de Mödlareuth, também conhecida como “pequena Berlim”. A antiga fronteira interalemã cortava o povoado.

Joachim Gauck, Offizielles Foto des Bundespräsidenten

Presidente Federal, Joachim Gauck, por ocasião do Dia da Unidade Alemã 2014

Ao celebrarmos o nosso feriado nacional este ano, um quarto de século após as revoluções pacíficas na Europa Central e de Leste e a queda do Muro de Berlim, recordamo‑nos de que a unidade alemã não foi fruto de uma feliz coincidência.

Berchtesgaden mit Kehlsteinhaus, Salzbergwerk und Nationalpark

Alemanha – vale sempre a pena visitar!

Está planejando uma viagem à Alemanha e gostaria de se informar antes? Na página Web do Centro Nacional Alemão de Turismo (DZT) você vai encontrar informações completas e atrativas sobre cidades, cultura, eventos, atividades de lazer ou viagens de negócios. Descubra o destino turístico Alemanha através de nossa oferta multimídia em www.germany.travel.

Logo des Deutsche Welle Global Media Forum

Global Meida Forum DW 2014

De 30 de Junho a 2 de Julho tem lugar, em Bonn, o 7° Global Media Forum da Deutsche Welle. Para mais informaçoes, veja o seguinte link: Global Media Forum 2014

Implementação do VIS (Visa Information System)

VIS - Visa Information System

A partir do dia 6 de Junho de 2013, a Embaixada da República Federal da Alemanha (assim como as outras representações diplomáticas e consulares dos países do espaço Schengen acreditadas em Angola) começará a implementar os regulamentos do VIS (Visa Information System). Ao apresentar o seu primeiro pedido (a partir do dia 6 de junho de 2013), o requerente deve comparecer pessoalmente. Nessa ocasião, devem ser recolhidos os seguintes identificadores biométricos do requerente (uma fotografia biométrica e dez impressões digitais recolhidas em formato digital).

Berlin-Mauer

Chris Gueffroy, morto a tiros no Muro de Berlim

Naquela noite de fevereiro de 1989, sua mãe ouviu os tiros, sem pensar que era o próprio filho que seria morto perto do seu apartamento em Berlim Oriental, quando tentava ultrapassar o Muro para fugir para a Alemanha Ocidental. Nove meses depois, em novembro de 1989, a fronteira alemão-alemã foi aberta e o Muro caiu.

Hora e tempo na Alemanha

Berlin:
05:05:56 2 °C
O serviço meterológico alemão

Marcação on-line

Achtung

Aviso: Pedidos de visto somente são possíveis com marcação prévia on-line.

Horário de atendimento na secção de vistos

A secção de vistos terá um novo horário de atendimento a partir do dia 6 de maio 2013:

2° - 6° feira

08.00 - 12:00

novas solicitações

3° e 5° feira

13:30 - 15:00

entrega de documentos adicionais,

entrega dos vistos e / ou deferimentos

Procedimentos para a emissão de Vistos

Antragsformular Schengenvisum

Necessita de um visto, para permanência ou apenas para trânsito? Leia mais..

Viaja com € 10 000 ou mais em dinheiro? Não Se esqueça de o Declarar!

Geldbündel Banknoten

Os viajantes que entrem no território da União Europeia ou dele saiam transportando consigo uma quantia igual ou superior a 10 000 euros devem declará-la à Alfândega, em cumprimento do Regulamento (CE...